A oração e o silêncio de Deus: O que fazer quando Deus nos parece distante

INTRODUÇÃO  

Até quando, Senhor? Esquecer-te-ás de mim para sempre? Até quando ocultarás de mim o rosto? Até quando estarei eu relutando dentro de minha alma, com tristeza no coração cada dia? Até quando se erguerá contra mim o meu inimigo?  

Às vezes, sentimo-nos inquietos, aflitos, ansiosos, deprimidos e até revoltados, a exemplo do autor deste salmo. Muitas vezes, clamamos o Senhor, mas não obtemos resposta imediata, e até nos parece que Ele se esqueceu de nós; parece que nesses momentos de angústia surge-nos um distanciamento incapaz de ser rompido e, nessa hora tão crucial de nossa vida, parece não haver uma ação divina em nosso favor. Perdemos as alternativas e nem sabemos qual seria a nossa atitude diante da ausência da resposta divina. Esta expressão “até quando” do salmista nos sugere que ele estava em sofrimentos, indagando ao Senhor sobre até quando Ele permitiria que tal sofrimento continuasse e este sofrimento poderia ser uma guerra que estaria surgindo, ou uma doença que o salmista estava sofrendo. Mas o que nos é importante é que ele estava desesperado buscando por alívio e conforto os quais há somente em Deus. Esta expressão “até quando” quatro vezes é precedida por várias indagações: a indagação “esquecer-te-ás de mim para sempre” e “ocultarás de mim o rosto” nos sugere que o salmista estava consciente da recusa de ajuda da parte de Deus naquele momento; a indagação “estarei eu relutando dentro de minha alma com tristeza no coração cada dia” nos sugere que estes pensamentos e angústia vividos pelo salmista eram mais latejantes que uma depressão vivida; e finalmente quando ele pergunta “se erguerá contra mim o meu inimigo?”, subentendemos que ele estava sujeito à humilhação e ameaças do inimigo. Percebemos, portanto, que o salmista estava cônscio de que, mesmo orando ao Senhor, não obteria resposta imediata à sua oração. Fica uma lição importante para nós que, também no afã de nossos problemas, queremos respostas imediatas, mas às vezes o Senhor quer apenas ouvir nosso clamor e não responder aos nossos pedidos. Este salmo nos apresenta lições de como glorificaremos o Senhor em meio aos nossos sofrimentos, e quais nossas atitudes diante da ausência da resposta divina. Gostaria de afirmar que, quando não recebemos a resposta aos nossos problemas, acabamos por ter um privilégio que poucos têm ─ o de exaltar a Pessoa de Deus e humilhar-nos diante do Senhor. Será nestes momentos de turbulência que magnificaremos Deus destronando-nos. Quando não temos nossos pedidos atendidos estamos sendo desafiados a entender que não podemos mudar nada daquilo que o Senhor determinou para nós e que nossas vontades finitas devem se cativar ao plano soberano de Deus, e isto é honrar o Criador. Nós reconhecemos quem é o Senhor à medida que não obtemos resposta quando oramos. E se nós nos submetemos ao senhorio de nosso Senhor nestes momentos cruciais de nossa vida, estamos de fato adorando-O pelo que Ele é, e isto é dar glória a Deus. Este salmo retrata-nos que o objetivo principal da oração é humilhar-nos diante de Deus, exaltando-O. Assim, não podemos nos aborrecer, mas desenvolver atitudes que exaltem o Senhor. Nos capítulos a seguir, procurei apresentar algumas atitudes que deverão ser desenvolvidas diante da ausência da resposta divina.  

INSISTÊNCIA  

“Atenta para mim, responde-me, Senhor, Deus meu!” Ilumina-me os olhos, Para que eu não durma o sono da morte; Para que não diga o meu inimigo: Prevaleci contra ele; E não se regozijem os meus adversários, Vindo eu a vacilar”  

Aparentemente, o salmista não havia obtido uma resposta de Deus diante do seu problema ocasional, mas continua insistindo diante dEle. Estudiosos não chegaram a um consenso sobre qual tipo de problema o salmista estava enfrentando. Tem-se sugerido que esta aflição poderia ser uma guerra que estaria em pauta, ou uma doença conforme nos sugere o versículo três. Mas seja qual for a aflição, o salmista levava consigo duas realidades explícitas: a consciência da existência de Deus e a do inimigo ou aflição vivida naquele momento. Assim, na sua oração, ele percebe sua angústia e Deus. Esta consciência era primordial para continuar insistindo.   Nestes versículos três e quatro, percebemos três insistências distintas do salmista: insistência na oração, insistência no clamor e insistência no propósito. Ao perceber estas duas realidades, a realidade de Deus e a realidade da sua aflição, ele começa a se apegar a Deus.   Certa ocasião, Jesus contou uma parábola dando-nos exemplo de como deve ser nossa atitude diante de Deus, e nesta parábola Ele nos ensina acerca da insistência. Vejamos:   “Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer: Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava homem algum. Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que vinha ter com ele, dizendo: Julga a minha causa contra o meu adversário. Ele, por algum tempo, não a quis atender; mas, depois, disse consigo: Bem que eu não temo a Deus, nem respeito a homem algum; todavia, como esta viúva me importuna, julgarei a sua causa, para não suceder que, por fim, venha a molestar-me. Então, disse o Senhor: Considerai no que diz este juiz iníquo. Não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los? Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” (Conf. Lucas 18.1-8)   Nestes versos acima, Jesus nos mostra claramente que é um dever orar sempre, e sem desfalecer. Como nos retrata a parábola, aquele juiz era iníquo, não temia a Deus e nem respeitava os homens. Mas, mesmo sabendo disso, a viúva piedosa e virtuosa insistia para que ele julgasse com justiça a sua questão. Aquele juiz iníquo temeu diante desta viúva piedosa; de tanto ser incomodado por ela, acabou por fazer justiça, julgando a sua causa honestamente. Jesus levanta a seguinte questão: Se um juiz injusto e ímpio faz justiça diante da insistência de uma viúva piedosa, quanto mais Deus, o Justo Senhor, fará justiça aos seus piedosos escolhidos que clamam a Ele dia e noite. Portanto, faz-se necessário insistir na oração.   Percebemos também nestes versos que há um insistente clamor por parte do salmista: “Atenta para mim, responde-me, Senhor, Deus meu!”. O salmista percebe a realidade de Deus, mas lhe parece que o Senhor não lhe responde quando ele ora expondo, diante do trono da graça, a sua aflição. Mas ele continua insistindo e implorando ao Senhor uma resposta para seu sofrimento.   Mesmo consciente de que o Senhor está presente e é uma realidade, embora não responda à sua oração, ele expõe diante de Deus o seu propósito: “Ilumina-me os olhos, para que eu não durma o sono da morte; para que não diga o meu inimigo: prevaleci contra ele; e não se regozijem os meus adversários, vindo eu a vacilar”. Podemos ver claramente os propósitos do salmista nestes versos: ele quer ter uma visão mais ampla do plano de Deus para sua vida: “ilumina-me os olhos”; ele quer sair vitorioso daquela angústia que enfrentava, e por isso conclui: “para que não diga o meu inimigo: prevaleci contra ele”; ele quer transcender ao problema que estava enfrentando: “para que não se regozijem os meus adversários”; e ele quer manter-se firme no Senhor, mesmo Deus não lhe concedendo o desejo do seu coração: “para que eu não venha a vacilar”. Estes quatro propósitos devem ser perseguidos por nós, embora nos pareça que o Senhor não tenha respondido nossa oração.   Então, a única alternativa para o servo é continuar crendo no Senhor, clamando e insistindo na oração.  

DEPENDÊNCIA  

“No tocante a mim, confio na tua graça; regozije-se o meu coração na tua salvação”.  

Eu vejo este verso cinco como crucial a qualquer cristão. Ainda que não tivesse obtido a resposta de Deus, o salmista se aproxima diante dEle de uma forma respeitosa e está muito consciente de que é dependente em Deus e de que não pode reivindicar nada do Senhor, apenas colocar seu desejo e sua aflição. A sua dependência é tríplice neste verso: depende da Palavra de Deus, depende da graça de Deus, depende da alegria da salvação.   Sabe aqueles momentos difíceis que às vezes vivemos e nos quais já tínhamos esgotado todas as nossas forças e alternativas? Eu percebo aí uma alternativa de suma importância, a da dependência da Palavra de Deus. Mesmo que o Senhor não tenha respondido ao nosso coração, às nossas indagações, Ele tem todas respostas aos nossos problemas na sua Palavra escrita, a Bíblia Sagrada. São inúmeras as promessas de Deus para nós e que estão escritas na Bíblia. Só o fato de ler essas promessas já nos desafia a vencer, a superar todo e qualquer tipo de problema. Sinto-me confortado quando leio e canto aquele poema: “porque Ele vive, posso crer no amanhã”. Nosso Senhor venceu e nós também venceremos. A morte não tem poder sobre nós; mesmo que Cristo volte daqui há milhares de anos, Ele nos tirará da terra pelo poder do Espírito Santo. Devemos buscar, na Palavra de Deus, as suas promessas para nós porque o que estimulava o salmista a continuar orando era a certeza de que o Senhor lhe havia feito promessas, e estas eram a Palavra de Deus para ele. Aquele vassalo (súdito ou servo) havia feito uma aliança com o Senhor no momento em que creu e, no tocante a ele, deveria fazer a sua parte e depender da Palavra de Deus.   Diz assim o salmista: “eu confio na tua graça”. Cada vez que pronuncio estas palavras “graça” e “misericórdia” me vêm várias lições para minha vida. O significado literal destes vocábulos é: “favor imerecido”; ou seja, a graça é um favor concedido pela vontade de quem o outorga ─ o homem não tem direito adquirido de recebê-la, porque somente Deus pode concedê-la ou não; a graça é um ato volitivo de Deus. Desta forma, o salmista não podia reivindicar nada com base em sua pessoa. Ele era pecador, e em pecado ele foi concebido. Herdou uma natureza pecaminosa e não havia nada de bom nele. Estava fadado a dizer também o mesmo que o apóstolo Paulo disse: “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Cf. Romanos 7.18-19). Dessa forma, reivindicar algo com base em sua própria pessoa era decretar sua derrota. A melhor atitude era a dependência da graça de Deus. E nesse momento de turbulência, orar ao Senhor expressando sua confiança na graça divina é o mesmo que dizer: “eu não sou digno de receber nada de ti, Tu decides se concedes ou não o que deseja o meu coração, mas creio que, se quiseres, poderás ser gracioso dando-me o que não mereço”. Percebemos assim que a atitude do salmista era de dependência da graça. A experiência do apóstolo Paulo nos esclarece que essa dependência é melhor que qualquer outro benefício divino: “... três vezes pedi ao Senhor... Então, Ele me disse: a minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo” (Cf. 2 Coríntios 12.8-9).   Entretanto, o salmista dependia mais ainda do Senhor e podemos perceber tal dependência quando ele diz: “regozije-se o meu coração na tua salvação”. Novamente em meio àquela turbulência ─ nas quais suas aflições prevaleciam e ele sabia que seu Deus era um Ser real, embora não respondesse às suas orações naquele momento, ficando aparentemente apático ─, ele faz uma declaração surpreendente: “regozije-se o meu coração na tua salvação”. Considerando que coração, no contexto do Velho Testamento, fazia referência à vida espiritual, intelectual e natural do ser humano, o que o salmista pretendia era focalizar todas as suas faculdades mentais, intelectuais e espirituais na redenção divina. Ou seja, aqueles problemas não poderiam desviar sua atenção do propósito salvífico de Deus em sua vida; o seu desafio naquele momento era se concentrar na alegria da salvação, porque a redenção foi o maior milagre que lhe já havia acontecido. É também a orientação que o apóstolo Paulo dá aos filipenses: “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos” (Cf. Filipenses 4.4). Concluímos, então, que nossos problemas não podem tirar a alegria de nossa salvação. Nestes momentos de turbulência, a melhor atitude é alegrar-nos porque outrora éramos escravos de Satanás, mas o Senhor nos salvou; aconteça o que nos acontecer, esta alegria deve explodir em nosso coração, ocupando todas as nossas faculdades mentais, espirituais e intelectuais.   Mesmo que as situações nos sejam adversas, cumpre-nos depender inteiramente da Palavra de Deus. A nossa atitude deve ser: depender e crer. Mesmo que nos pareça o Senhor ter se ausentado de nós, a nossa única alternativa é a dependência de sua palavra, de sua graça; não podemos, de forma alguma, esquecer que somos do Senhor e isto já nos é suficiente.    

COMPROMISSO  

“Cantarei ao Senhor, porquanto me tem feito muito bem”.    

Aqui neste último verso do Salmo, há uma lição de suma importância a cada um de nós. E esta lição é a do compromisso com o Senhor. Quando leio os Salmos, fico envergonhado comigo mesmo. Os salmistas não tinham uma compreensão completa acerca dos planos de Deus como nós, uma vez que a revelação de Deus foi progressiva; percebo, porém, que a intimidade a qual eles tinham com o Senhor era muito mais eficiente. Pensemos naquele homem condenado à morte (como nos sugere o verso três do salmo), orando, orando, orando e orando e o Senhor apático diante do seu problema. Ele não se esmorece, ele continua dependendo do Senhor e assume ainda mais compromissos com o Senhor. E assim chegamos à mensagem tão presente nos salmos: “o bem maior é o Senhor”. Os salmistas não buscavam o poder de Deus, mas o Deus do poder. É por isso que ele assume compromissos com o Senhor, porque não há outro bem maior senão Ele.   O salmista faz um compromisso de servir e adorar ao Senhor. Ele diz: “cantarei ao Senhor”. O salmista Davi era músico, e era visto como um fiel adorador, mas, mesmo sem obter a resposta à sua oração, ele se compromete fielmente em cantar ao Senhor. É o compromisso de servir e adorar ao Senhor. Se perguntássemos a nós mesmos se temos nos comprometido com o Senhor à medida que Ele não concede o que desejamos, qual seria nossa resposta?   Como é comum a atitude de comprometer-se com o Senhor diante das circunstâncias, o salmista continua fazendo promessas ao Senhor: “porquanto me tem feito muito bem”. Ele não se concentrou apenas na solução do problema para o qual vivia ansioso por receber a bênção. Ele focalizou sua atenção no passado, nos momentos em que o Senhor o abençoou  segurando-o pela mão, e até concedendo os desejos do seu coração. Esta expressão: “porquanto me tem feito muito bem” tem sido traduzida também por: “outorgou o meu desejo” e “me tratou liberalmente”; dela se subentende que, embora o Senhor não atendesse ao seu pedido, ele não teria como se queixar de Deus, visto que no passado o Senhor fez maravilhas em sua vida, cobrindo-o de bênçãos. Não seria naquele momento de turbulência que ele enfocaria sua atenção à resposta negativa, desagradando ao Senhor. Assim, ele faz este compromisso de, mesmo não obtendo a resposta ao seu problema, olhar para o passado a fim de enxergar tudo o que Deus fez na sua vida.   E embora não esteja explícito o outro compromisso que ele faz com o Senhor, percebo implicitamente neste salmo que o salmista se compromete em submeter-se ao governo soberano de Deus. Ele entende que o Senhor está no controle de tudo e é o único que dirige a História, não escapando nada aos seus olhos; como Ele é soberano, sabe tudo o que as pessoas fazem e pensam e “todos os moradores da terra são por ele reputados em nada; e, segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?” (Cf. Daniel 4.35). Para ilustrar a soberania de Deus, Jesus disse: “... até os cabelos todos da vossa cabeça estão contados”, e isto quer dizer que o Senhor sabe quantos fios de cabelo estão na cabeça de cada ser humano. Portanto, o Senhor tinha o controle de todos pensamentos dos inimigos do salmista, e se o problema dele era doença, o Senhor tinha também um controle total sobre o mal, fosse moral ou físico. Quando estamos fracos e incapacitados, “o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que ele intercede pelos santos” (Cf. Romanos 8.26-27). Este entendimento era primordial para o salmista, visto que é de suma importância sabermos que o Senhor está no controle da situação e reina quando nos sentimos fracos e impotentes.   Assim sendo, mesmo que não percebamos a ação de Deus diante de nossos problemas, a nossa atitude deve ser a de compromisso com Ele, servi-Lo, adorá-Lo e perceber de antemão o quanto Ele já nos abençoou, restando-nos a única alternativa de aceitar passivamente seu senhorio sobre nossas vidas    

CONCLUSÃO  

Quando não temos nossos pedidos atendidos estamos sendo desafiados a entender que não podemos mudar nada daquilo que o Senhor determinou para nós e que nossas vontades finitas devem se cativar ao plano soberano de Deus, e isto é honrar o Criador. Nós reconhecemos quem é o Senhor à medida que não obtemos resposta quando oramos. E se nós nos submetemos ao senhorio de nosso Senhor nestes momentos cruciais de nossa vida, estamos de fato adorando-O pelo que Ele é, e isto é dar glória a Deus. Este salmo retrata-nos que o objetivo principal da oração é humilhar-nos diante de Deus, exaltando-O. Assim, não podemos nos aborrecer, mas desenvolver atitudes que exaltem o Senhor. A única alternativa para o servo é continuar crendo no Senhor, clamando e insistindo na oração. E mesmo que as situações nos sejam adversas, cumpre-nos depender inteiramente da Palavra de Deus. A nossa atitude deve ser: depender e crer. Mesmo que nos pareça o Senhor ter se ausentado de nós, a nossa única alternativa é a dependência de sua palavra, de sua graça; não podemos, de forma alguma, esquecer que somos do Senhor e isto já nos é suficiente. Assim sendo, mesmo que não percebamos a ação de Deus diante de nossos problemas, a nossa atitude deve ser a de compromisso com Ele, servi-Lo, adorá-Lo e perceber de antemão o quanto Ele já nos abençoou, restando-nos a única alternativa de aceitar passivamente seu senhorio sobre nossas vidas. Que venhamos insistir, depender e comprometer-nos com o Senhor.

De: 07/01/2012
Por: Pr. Márcio Aguiar da Silva



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